Lavenham é uma vila, na cidade de Suffolk, na Inglaterra, que tem umas construções bem diferentes e curiosas. As casas por lá são tortas. Isso mesmo! Inusitado, não? A cidade cresceu tão rápido, que as casas foram construídas, nos séculos XV e XVI, às pressas e com madeira verde, o que com o tempo a madeira foi secando e causou uma divergência no ângulo das casas.

Os moradores não puderam reconstruí-las, porque passaram por uma crise na indústria local quando refugiados alemães se instalaram em uma cidade próxima para produzir tecidos mais baratos. Assim, a riqueza dos habitantes de Lavenham diminuiu e eles precisaram manter suas casas tortas mesmo. E isso acabou se tornando uma característica da vila bem interessante.

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Em alguns países do mundo tudo o que se sabe são dos pontos turísticos, das belezas e das paisagens estonteantes. O que é ruim para as cidades e o restante do planeta é camuflado, literalmente, na fumaça.

A China, por exemplo, é conhecida por suas belas paisagens naturais. Mas isso não mostra o que está realmente acontecendo em outras partes do país, onde a poluição não recebe a atenção devida. A cidade de Beijing já se tornou notória pelas muitas nuvens de fumaça, que apresentam diversos riscos de saúde para qualquer pessoa que não faça uso de máscaras. Além disso, dejetos são jogados nos rios de maneira comum.

Os governantes juraram que irão se preocupar com esse problema, mas a mudança será difícil em um país em que a indústria cresce de maneira tão rápida.

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chinariverFotos: Reprodução


Apreciar a natureza sempre é um hábito relaxante e renovador. Caminhar pelo parque, por um bosque ou até mesmo em ruas mais calmas é um benefício para a saúde corporal e a mental.

O ar puro das árvores e o barulho das folhas traz uma calmaria que alivia as tensões do dia a dia. E isso não é resultado de pesquisa, pois a vivência com a natureza é comprovada como benéfica há muito tempo.

O florescer das árvores nos relembra que a primavera está chegando, que uma vida nova nasce para os próximos meses. Caminhar por ruas inteiramente arborizadas pode ser hipnotizante.

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Cullinan, África do Sul

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Peloponeso, Grécia

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Porto Alegre, Brasil

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Positano, Itália

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Washington D.C., Estados Unidos da América

 


O trabalho do escultor espanhol Ignacio Canales Aracil é muito interessante pela possibilidade dos elementos botânicos que ele usa em suas criações. Os vasos são feitos com flores secas de jardins privados e públicos de alguns designers, que perceberam a beleza de seu trabalho e cederam as flores para o escultor.

As flores são mantidas em boas condições com a utilização de um verniz que as protege da umidade do ar e do ambiente. Com isso, o escultor tenta celebrar e preservar a primavera, ainda que seu trabalho seja tão frágil a um simples toque.

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Fotos: Reprodução


Fazer uma reeducação alimentar tem lá suas dificuldades. Amália, estudante de arte da faculdade de Maryland, em Baltimore, nos Estados Unidos da América (EUA), decidiu criar pratos saudáveis e, além disso, fotografá-los.

Depois de remover toda a comida processada e industrial de seu cardápio, ela optou por uma alimentação super nutritiva e balanceada. O que a inspira são as cores e a beleza dos alimentos, que permite criar pratos inusitados.

Há cinco anos ela tem hábitos do que ela chama “clean eating” (comida limpa, em tradução literal para o português). Mas só há três meses ela quis compartilhar seus pratos saudáveis. Sua criatividade não tem limites. Para dividir essas ideias todas, ela fez a conta “The Wholesome Bowl”, no Instagram.

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Fotos: Reprodução


Cada estação do ano surge novas modalidades de esporte. A maioria delas envolve mar, praia e natureza. Com esse calor, então, nada melhor do que viver ao ar livre!

Os mais aventureiros sempre procuram maneiras inusitadas de se divertir e aproveitar o tempo livre das férias. A nova sensação é o hydrospeeding, que é praticado nas geleiras.

O esportista desliza em cima de uma prancha parecida com aquelas de bodyboard. O nível de aventura é no máximo! Claude-Alain Gailland e Gilles Janin embarcaram nessa e percorreram sete quilômetros da geleira de Aletsch, na Suíça. Veja só a aventura:

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Fotos: David Carlier / Caters News


A primeira ideia de praia que vem à cabeça é um infinito de mar e areia. Mas em alguns lugares do mundo não é bem essa a praia imaginada. Existem praias feitas de conchas do mar, vidros quebrados e aquelas pedrinhas brancas.

Nos EUA, por exemplo, a Schoolhouse Beach é feita com essas pedrinhas em toda a extensão da praia. Na Jasper Beach, ainda nos EUA, existem pilhas e pilhas de pedras, que quanto mais longe do mar maiores elas são. As pedras são em tom vermelho escuro, quase marrom.

Pepple Beach, na cidade de Nice, na França, tem pedrinhas em tons de cinza. Assim como a Black Pebble Beach, nos EUA.

Filipinas, Inglaterra e Nova Zelândia são outros países com praias cheias de pedrinhas. Veja as fotos:

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Jasper Beach, EUA

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Birdlings Flat, Nova Zelândia

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Slapton Sands, Inglaterra

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Schoolhouse Beach, EUA


Por definição do dicionário, uma pessoa nômade é aquela que não tem residência fixa e vive vagando por aí. Em um primeiro olhar pode parecer um alguém que mal se preocupa com a própria existência. Mas é bem o contrário, pois o nômade tem sede de novas experiências. Mas não é bem disso que vivem alguns na Indonésia e Filipinas.

Os nômades marinhos – pessoas que vivem em alto mar e fazem do barco a sua casa – são membros do grupo étnico malaio Bajau. Estes retornam para as aldeias em determinadas ocasiões familiares e comemorativas. Outros vivem em casas de madeira e bungalows, entre as Filipinas e a Indonésia.

No entanto, nem tudo é um “mar de rosas”, porque o governo da Indonésia cria ações para recolocá-los em terra firme. Mas os nômades são resistentes e optam por ganhar a vida ao mar. A caça, realizada para ser comercializada na China, prejudica o meio ambiente. Buscar peixes vivos, pérolas e pepinos do mar sem equipamentos são atividades insubordinadas e ilegais.

Além de ser perigosa, a prática dessa pesca “livre” causa surdez precoce e sangramento de nariz e ouvidos nos mergulhadores, que chegam a nadar 30 metros de profundidade em busca do sustento.

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Fotos: James Morgan


Os apaixonados por aventura adoram uma trilha, montanhas, rafting, paraquedas e outros esportes que envolvem muita adrenalina. Mas praticar com segurança é muito importante para tocar os pés no chão, são e salvo.

No entanto, Kevin Jorgeson e Tommy Caldwell decidiram arriscar um pouco mais e ir além. O Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, é o desafio da dupla. Encarar o monólito de granito El Capitan, de três mil metros de altura e sem equipamentos é uma batalha.

Considerada a subida mais longa e perigosa do mundo, o caminho “Dawn Wall” fica mais complicado sem a utilização de equipamentos de segurança. O que eles precisam mesmo é de coragem. A escalada é livre e realizada apenas com o auxílio de cordas. Quem vai encarar uma subida dessa?

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Fotos: Corey Rich www.auroraphotos.com


Piscinas termais são abundantes no sul da Groelândia. Mas a ilha de Uunartoq é o lugar onde essas piscinas têm as águas mais quentes para banho. A diferença da Uunartoq é sua localização em meio à floresta.

Em volta da ilha existe um grande número de piscinas cheias de água quente e fervente em toda a sua superfície até sua parte mais baixa. As temperaturas ficam entre 34 e 38 graus, mesmo durante o inverno.

Uunartoq é conhecida desde a era Viking, quando eram criados spas naturais.

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Fotos: greenland.com


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