Certamente você já muitas vezes se perguntou por que seus aparelhos não duram tanto quanto antes. Você também deve ter notado que nos últimos anos, quando os aparelhos elétricos quebram, os custos de reparação são mais caros do que comprar um novo.

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Não é por acaso que isso acontece. Objetos eletrônicos têm uma data de validade, o fim da vida que está agendada com antecedência pelos fabricantes. Este é um fenômeno conhecido como  “obsolescência programada”.

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Tudo isso, é claro, prejudica muito o nosso planeta. Este fenômeno traz sobre um problema muito grave para o meio ambiente como todos esses itens em desuso gerando assim toneladas de sucatas eletrônicas por ano. De acordo com a ONU, estima-se que são produzidos a cada ano em todo o mundo mais de 50 toneladas de lixo eletrônico.

Embora não possamos evitar usar aparelhos eletrônicos o que podemos fazer é evitar a tentação do mercado e consumir apenas o necessário, evitando o supérfluo.

Tente usar o seu aparelho eletrônico até o final da sua vida útil e caso já não sirva mais para você não jogue-o fora como muitas vezes acontece, tente trocar com algum conhecido ou faça uma doação, mas se a única solução for o descarte procure por um local especializado.


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PREPARANDO O ARROZ:

1. Ferva um punhado de arroz (de preferência orgânico) em água. 2. Coe o excesso de água em um frasco de vidro. Cubra e guarde-o na geladeira. 3. Quando esfriar você já pode usá-la.

VEJA ABAIXO COMO UTILIZAR:

1. Condicionador: Depois de lavar o cabelo normalmente, enxágüe com água de arroz. Deixe agir durante alguns minutos e enxágüe novamente. Ela vai deixar o cabelo macio, brilhante e saudável. Pode ser usado para substituir o condicionador.

2. Tônico para a pele: Umedeça um algodão na água de arroz e aplique sobre a pele do rosto todas as noites antes de ir dormir, como uma loção tonificante. Componentes de arroz são eficazes para corrigir os poros e fortalecer as células.

3. Secante para acnes: Umedeça um algodão com a água de arroz e passe nas acnes. Ela age como antiinflamatório e tem ação secante. Ainda pode ajudar a acne a desaparecer rapidamente.

4. Solução diarréia: Um copo de água de arroz com uma pitada de sal é um remédio natural que ajuda a restaurar a água perdida em diarréias

5. Loção contra erupções e inflamações na pele: Mergulhe o local afetado por 15 minutos na água de arroz. Repita quantas vezes for necessário.

6. No tratamento contra eczemas: O amido de arroz em água é muito eficaz no tratamento de eczemas. Basta aplicar água de arroz fria sobre a área afetada e repetir o processo regularmente para começar a ver resultados.

7. Prevenção da Cancro: Beber regularmente a água de arroz ajuda a equilibrar o pH do nosso corpo, o que significa que fornece efeitos protetores contra o câncer.

8. Fortalecimento dos músculos: A água de arroz contém 8 aminoácidos essenciais, por isso beber a sua água ajuda a regeneração muscular. O arroz também contém carboidratos, por isso, é uma excelente fonte de energia para aqueles que praticam esportes.


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INGREDIENTES:

– 1 batata-doce média descascada e cortada em fatias finas

– Azeite

– Sal e pimenta a gosto

– 1/2 cebola roxa pequena, cortada

– 2 colheres de sopa de manteiga

– 4 fatias de pão

– 170 gramas de requeijão cremoso

– 2 folhas de couve picadas

– 1/2 colher de chá de alecrim fresco picado

MODO DE PREPARO:

Pré-aqueça o forno a 200 ° C.

Coloque as fatias de batata-doce em uma pequena tigela e regue com uma colher de sopa de azeite de oliva.

Coloque sal e pimenta a gosto.

Disponha as fatias em uma assadeira e deixe cozinhar por 20 a 25 minutos ou até ficar macio.

Quando isso acontecer, retire-os do forno e reserve.

Enquanto as batatas estão cozinhando, prepare as cebolas. Para isso, aqueça outra colher de sopa de azeite em uma frigideira pequena. Adicione a cebola e cozinhe em fogo médio, com uma pitada de sal até dourar. Isso levará cerca de 8 minutos. Você deve agitar ocasionalmente. Quando a cebola estiver pronta, retire da panela e reserve.

Na mesma frigideira, coloque a manteiga e derreta em fogo entre média e baixo. Uma vez derretido, deixe um pouco mais no fogo, até dourar. Quando estiver pronto, coloque em uma tigela pequena e deixe esfriar à temperatura ambiente.

Aqueça uma frigideira grande em fogo médio. Espalhe manteiga em um dos lados do pão. Coloque em cima da fatia do pão o queijo, batata doce, couve e cebola.

Polvilhe com um pouco de alecrim e tempere com sal e pimenta a gosto. Coloque a outra fatia de pão com o lado da manteiga para cima.

Coloque os sanduíches na panela quente para tostá-los por 2 ou 3 minutos ou até que o pão fique crocante e dourado. Quando isso acontecer, vire o lado e toste até que o queijo derreta. Isso vai levar em média dois minutos. Sirva imediatamente.


Há um lago chamado Nong Han Kumphawapi no nordeste da Tailândia, ao norte da cidade de Kumphawapi. Mas os seus moradores locais o apelidaram de “Talay Bua Daeng” que significa que o “Lago das Lótus Vermelhas”.

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Todos os anos, a partir de novembro até março, aparecem cerca de 8.000 lótus na superfície do lago, elas atingem a sua floração completa no mês de dezembro. O momento perfeito para vê-las é na parte da manhã, quando as flores estão totalmente abertas, revelando a sua cor vermelha vibrante.

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A água doce do lago Nong Han Kumphawapi é bastante rasa, com uma profundidade média de apenas um metro.


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INGREDIENTES:

– 2 tomates vermelhos – 2 xícaras de couve-flor – Um ou dois pepinos – 1 cebola média – Meia xícara de coentro – Dois limões – Sal, pimenta e cominho – Torradas para servir

MODO DE PREPARO:

1.Prepare cada um dos ingredientes: tomate picado, pepinos cortados em cubos e sem sementes, cebola picada, coentro picado, corte os cubos de manga, e esprema os limões.
2. Coloque água em uma panela e aqueça até ferver. Adicione o couve-flor e cozinhe por dois minutos. Retire e lave com água fria para esfriar.
3. Misture a couve-flor com os outros ingredientes cortados. Depois de agitar bem, adicione o suco do limão.
4. Tempere com sal, pimenta e cominho, se quiser.
5. Deixe repousando algumas horas para misturar sabores
6. Sirva com torradas e divirta-se!

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Shark Ray Alley é uma área rasa de areia em Hol Chan Marine Reserve, ao largo da costa de Belize. A área recebeu esse nome por causa da abundância de tubarões e arraias que se reúnem lá.

Tradicionalmente, esta área era usada pelos pescadores locais para limpar as suas redes, antes de regressar ao porto. Os pequenos pedaços de peixe que ficavam por lá acabavam atraindo tubarões e várias arraias  fazendo com que “Shark Ray Alley” rapidamente se tornasse uma atração turística popular.

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Os tubarões e as arraias parecem ter aprendido a reconhecer o som de barcos de mergulho e criaram uma tolerância as pessoas. Os animais nadam em volta dos mergulhadores e pescadores buscando por pedaços de iscas sem atacá-los.

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O website www.holchanbelize.org lembra que “É importante manter uma certa distância,” “Estas são criaturas selvagens e, como tal, podem ser imprevisíveis em seu comportamento. O melhor é deixar que mergulhadores os alimentem, enquanto você aprecia o show de uma distância segura.”


A Feira da Terra – O Mercado da Terra é um encontro de organizações de todos os tipos para chamar a atenção dos ataques que a sociedade moderna vem causando aos sistemas naturais e sociais e propor formas de conduta mais respeitosas, cooperativas e solidárias.

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O evento promove a produção local de bens e serviços feitos com respeito às pessoas e sistemas naturais, que são a base para os seres humanos poder ter uma vida decente.

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Até esse ano de 2016 já aconteceram 21 edições da Feira da Terra em Barcelona na Espanha. No Brasil A Feira da Terra teve início em março de 2010, em Lumiar (distrito rural de Nova Friburgo – RJ), em 2015 aconteceu a sua 1° edição na cidade de São Paulo.

A Feira da Terra segue a máxima “Pense Global, aja Local”.

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Mais informações: www.diadelaterra.org

Facebook: https://www.facebook.com/feiraterra


Centenas de anos atrás, as terras da Escócia e da Irlanda tinham um tipo de habitação chamadas casas pretas ou blackhouses. Eram edifícios longos e estreitos, alinhadas com outras casas pretas, com paredes de pedra seca e telhados pretos com fuligem.

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As casas pretas foram nomeadas assim por serem comparadas com casas novas que estavam sendo construídas no final de 1800. Estas casas foram construídas com pedras e argamassa de cal que apresentavam um contraste tão grande que as pessoas começaram a chamá-las de “casa branca”. O termo “casa negra” foi então aplicado às casas antigas. As novas “casas brancas” foram construídas como resultado de normas de saúde mais rigorosas que exigiam a separação dos seres humanos de seu gado e animais.

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Um dos melhores lugares para ver as casas negras na Escócia é a Ilha de Lewis . Na aldeia de Gearrannan, existem várias casas pretas restauradas e também um museu. Outro lugar é a Vila de Arnol, onde há ruínas de casas negras em todos os lugares.

Algumas delas ainda possuem telhados. Uma blackhouse foi cuidadosamente preservada desde a década de 1960, e se transformou em um museu. O edifício, completo com acessórios internos, dá uma impressão muito boa de como é que teria sido viver em uma blackhouse.


Na região sul da Itália, uma cidade antiga chamada Matera é conhecida por suas “casas caverna” chamadas de “sassi”. As sassis foram esculpidas nas falésias de uma rocha onde antes era um grande rio, mas hoje é apenas um pequeno riacho. Estas cavernas estão entre os primeiros assentamentos humanos da Itália que datam da era Paleolítica, cerca de 9.000 anos atrás, mas só no ano de 1950, foi quando as cavernas começaram a ser habitadas.

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Ao longo do tempo novas cavernas foram escavadas para acomodar a população crescente. Algumas das casas mais antigas parecem com cabanas de pedra. À medida que a cidade se desenvolveu, ela foi se tornando um verdadeiro emaranhado de ruas estreitas.

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Após a Segunda Guerra Mundial, o governo tentou mover os moradores das cavernas para habitações modernas, mas muitas pessoas estavam relutantes em sair de lá. Mesmo contra a vontade dos moradores o governo acabou mudando todos eles para a nova cidade construída no topo do penhasco.

Em 1993, a UNESCO declarou Sassi de Matera patrimônio mundial, trazendo uma onda de turistas curiosos para o local. Desde então, muitas das cavernas nas ruínas de Matera foram restauradas e transformadas em casas confortáveis, hotéis e restaurantes elegantes.


Sabe quanto tempo uma garrafa de água de plástico pode levar para se decompor? Até 1000 anos! Sabe quantas garrafas de água são consumidas por um único americano por ano? Cerca de 50 bilhões!

Assustador não é mesmo?

A menos que a gente comece a disparar todo esse lixo para o Sol, podemos afirmar que um dia em breve todos vamos viver em uma enorme bola de lixo flutuante.

É um futuro bastante sombrio! Mas, graças a pessoas como o estudante de design islandês Ari Jónsson esse cenário pode ser evitado. Ele criou uma garrafa 100% biodegradável e natural feita com algas.

Para criar a  garrafa, Jónsson misturou o pó de ágar (tem como matéria-prima algas) com água. O resultado é uma massa gelatinosa, que é aquecida e então colocada em um molde frio, que dá forma ao objeto final. A garrafa mantém a forma original até ser esvaziada, e então começa a se decompor – e seu criador diz que pode até ser comestível, caso o consumidor aprecie o gosto. Ele estreou seu projeto no festival DesignMarch, na capital Reykjavik, e atualmente estuda na Academia de Artes da Islândia.

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